sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Trento na pastelaria
Entre um atendimento péssimo, uma torrada queimada e meia de leite fria penso em protestar, escrever 95 teses, pedir o livro de reclamações, fazer uma reforma, uma contra-reforma e chamar o santo ofício vulgo Asae. Depois, não me chamem de Lutero das Beiras.
Hoje acordei
Etiquetas:
Frida Kahlo,
Miguel Fernandes
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
E porque o debate e a independência ainda são importantes...
No dia 5 de Outubro deste ano vai realizar-se o
Congresso Democrático das Alternativas. Trata-se de uma iniciativa de
cidadãos e cidadãs que se propõem debater as consequências económicas,
sociais, políticas e culturais da adopção do Memorando de Entendimento e
das políticas de austeridade. Pretende-se reunir todos os que sentem a
necessidade e têm a vontade de construir em conjunto uma alternativa à
política de empobrecimento consagrada no Memorando e de convergir na
acção política para o verdadeiro resgate democrático de Portugal.
Eu subscrevi a Convocatória do Congresso. Se concordares com o texto, não deixes de o subscrever (podes fazê-lo em subscrever.congressoalternativas.org)
e de participar neste evento de mobilização democrática, que visa
resistir à iniquidade e lançar bases para um futuro justo e inclusivo
que devolva às pessoas e ao País a dignidade que merecem.
Para mais informações sobre o Congresso e as diferentes formas possíveis de participação, consulta http://www.congressoalternativas.org.
Etiquetas:
Congresso Democrático das Alternativas,
Democracia,
Governo,
Independência
sábado, 25 de agosto de 2012
Leitura
Etiquetas:
Livros,
Miguel Fernandes
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Modo off
Diz que há alguém aqui do Blog que vai, finalmente, de férias este ano!
Quando regressar contem-me: da concessão da RTP; se o Pingo Doce é uma empresa com fins lucrativos que, como nós, não quer pagar taxas ou se virou IPSS; o que se passou na cabeça deste americano; se os ocupantes são alentejanos ...
Eu prometo informar-me sobre: as novidades das celebridades em pleno Allgarve, porque é que, afinal, a senhora se suicidou, se os bifes estão incomodados com a nudez de sua alteza, se estas cabras gostam de água mais quente....
Vejo-vos em Setembro e, para os que ficam, Bom Fim-De-Semana!
As nossas leis da simplicidade
Muito rapidamente gostava de mostrar o meu descontentamento com
o discurso político pobre e simplista que os nossos governantes nos têm
“injectado” diariamente em tempos de cada vez maior dificuldade e incerteza. O
lote imenso de frases vagas e sem nexo sobre vários assuntos, como por exemplo
a economia (boas notícias sobre a recuperação mas sem qualquer substanciação) e
ainda de declarações inócuas sobre o futuro, tão vagas que se pode perguntar o
quê é que estas pessoas têm estado a fazer durante os últimos anos, deixa-me
com uma sensação de incerteza pelo nosso futuro e de irritação pelo insulto à
nossa inteligência.
É bem verdade que as razões para isto são muitas mas o que mais me incomoda é que esta simplificação não é mais do que uma
forma deficiente de pensar e que provem da intolerância e mais ainda do
desconhecimento em relação à verdade daquilo que nos rodeia e até mesmo da
pressa em entender e reagir àquilo que lhes é apresentado como uma ameaça aos
seus interesses ou mesmo como algo de extrema complexidade e que pura e
simplesmente não têm capacidade para controlar.
Logo, acredito que o discurso político de quem nos governa
acaba por estar inteiramente espelhado na falta de criatividade política, até
porque não existe uma vontade e capacidade inovadora nas ideias, assim como uma
necessidade de resolução ou ruptura dos governantes em relação às dificuldades
que temos vindo a sentir dia após dia… Mesmo que vivêssemos sem contrariedades,
nenhum governante será para sempre eternizado apenas por fazer cumprir as suas
obrigações constitucionais, tem de ir mais além! E o primeiro passo pode passar
precisamente pela alteração de um discurso banal e retardador dos problemas
para algo mais pró-activo, honesto e que privilegie um pensamento elaborado.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Ao espelho
Esta tarde, num conhecido espaço comercial, alguém pergunta: - "Afinal quem é o Miguel Fernandes?" Após uma ligeira pausa, para reflexão, respondi: - "Uma alma pura, que luta contra as injustiças sociais, por encontrar uma livraria decente e um quiosque com títulos de referência". Por norma sou mau em auto-hetero-avaliações, mas desta até acho que correu bem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



.jpg)
