terça-feira, 14 de agosto de 2012

Rescaldo Olímpico

Infelizmente, após o maior certame internacional de desporto, não há muitas coisas que poderei dizer a não ser que em terras de marinheiro... anda de canoa! Se antes os jogos saudavam os antigos deuses gregos, hoje (pelo menos em Portugal...) saudamos a escassez de talento para medalhas e as eternas conversas de falta de apoio e cultura desportiva. Mas se há coisa para o qual tivemos sempre jeito é para profecias e magia (remember Santana Lopes?) e o que é verdade é que Carlos do Carmo já vislumbrava o nosso sucesso aquático...

domingo, 12 de agosto de 2012

1986


Em 1986, enquanto lutavam pelo direito à diversão, os Beastie Boys lançaram um dos mais notáveis álbuns da história do Hip-Hop. Licensed to III, impregnado de rimas delirantes, continua, em 2012, a soar a fresco como no primeiro dia. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

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Os grandes morrem de pé

Esta semana o incontornável Olho de Gato lembrou Gore Vidal. Gore polemizou como poucos, umas vezes com razão outras sem. Não sendo o meu favorito - o troféu é dos manos Hitchens- é impossível contornar a elegância estilística e profundidade intelectual dos seus ensaios ("United States 1952-1992"), dos seus artigos e das suas memórias ("Navegação Ponto Por Ponto"). Mas como surge um Gore Vidal? Acima de tudo é necessário dispor de adversários de reconhecido mérito intelectual, depois perder horas a fio entre leitura, escrita e reflexão, claro uma mãe decidida como Yvonne Jean (no caso dos ingleses) ajuda: - "if there is going to be an upper class in this country, then Christopher is going to be in it.". A elite nacional percebeu? 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mercado de Verão

Em plena época de defeso, este espaço foi ao mercado. Os 3 grandes que nos desculpem, mas com tanto talento europeu alheámo-nos do mercado Sul Americano. Nem Lucho, nem Aimar, a SM é o verdadeiro 10. Os senhores do S. Jorge perdoem-lhe a delicadeza, mas a menina ainda não domina os conceitos de suborno ou coacção

Em papel



A literatura continua a ser a melhor companhia para dormidores ligeiros. Directamente da Sardenha, em papel, sempre em papel, chega-me Salvatore Satta que no seu estilo satírico e fluido retrata a vida na pequena cidade de Nuoro, no pré-guerra, partilhas de terras, a ambição mal disfarçada, pequenos ditadores, defeitos comuns e virtudes pessoais. Aproveite as férias para reler Satta.