quarta-feira, 7 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Trio CPRI


Um trio de recém-colegas de CPRI (Ciência Política e Relações Internacionais) teve uma ideia-projecto bastante interessante. Aliou a crise, como oportunidade, a livros usados.

Ora ali fica o link.

sexta-feira, 2 de março de 2012

És a nossa fé!

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Assunção Cristas

Gosto dela, pronto! E gosto quando ela mostra resultados. Choveu ou não choveu, hein? Agora pode parar só por dois dias pois eu vou de fim-de-semana....

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A rebelião das estantes



Sou zeloso proprietário de diversos dicionários. Devido ao Acordo Ortográfico, em breve, serão obsoletas relíquias do passado. Esta manhã, liderados pelo perigoso fascista etimológico (leia-se dicionário de Latim-Português), iniciaram uma greve de zelo. Exigem ser tratados por: Glossarium!! 
O poderio sócio-económico brasileiro terá óbvias dificuldades em impor-se, nas minhas estantes!

Mais do que uma declaração política


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Memórias de Raymond Aron



Confesso que gosto de ler biografias e memórias. São o meu reality show, literário, preferido! Sem as desvantagens dos formatos televisivos, a saber: Os participantes não estão sujeitos ao voto do público; O vocabulário não é sofrível; As senhoras, com uns quilos a mais, estão sempre vestidas; Os participantes nunca foram convidados para o Carnaval da Mealhada; Raramente o Correio da Manhã tem notícias em que os intervenientes sejam referidos; Não são apresentadas nem por Júlia Pinheiro, nem por Teresa Guilherme. Portanto todas as vantagens, nenhum inconveniente!
Neste momento leio: Memórias de Raymond Aron (1905- 1983), editado pela GUERRA & PAZ. 
Raymond Aron, filósofo e sociólogo, homem prudente, céptico, adorava o diálogo e não fugia ao debate. 
Esta obra relata a sua vida, num século em que o mundo mudou e a dicotomia entre marxismo e liberalismo atinge o seu auge. 
R. Aron é um realista clássico, um Keynesiano liberal, alguém que não se define como de direita ou esquerda. Para Raymond, em todos os assuntos, as suas posições políticas e sociológicas dependiam sempre, mas sempre, dos problemas apresentados. São recordados os principais combates da sua vida, muitos dos quais com o seu bom amigo Satre. Aron é alguém generoso para com o adversário, como só os verdadeiros cavalheiros sabem ser, capaz de entender as qualidades dos que criticava e as fraquezas  dos que defendia. Para Aron a beleza e a fragilidade do liberalismo reside no facto de que "este não abafa as vozes mesmo as mais perigosas". O seu pensamento pluralista ainda é actual e necessário. Seria bom que, algumas cabeças que nos governam, passem os olhos por esta obra.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Em bom português


Porque a discussão séria também é feita fora da capital do império! Em Biseu ou Viseu, no próximo dia 27, discute-se o novo acordo ortográfico.