segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Terreiro do Paço


De acordo com a CGTP, no sábado, estiveram 300 mil manifestantes no terreiro do paço!!
Eu olho para as imagens aéreas e assumo que ou não sabem contar ou mentem. Se é caso de má matemática podem comprar uma calculadora e resolvem o assunto, se é caso de falta de honestidade muita coisa fica justificada. 

PS: Ninguém lembra aos jornalistas que a função deles é informar? Nenhum órgão de comunicação se dispôs a confrontar o Sr. Arménio Carlos com a, evidente, distorção de números?

Geração de 80




A geração de 80, sem dogmas, revisita a URSS! Uma geração de olhos postos no futuro sem complexos relativos ao passado.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fim de Semana no CC



Fim de semana espaços comerciais cheios, fila para estacionamento, senhores de fato domingueiro, senhoras de vestido preparadas para desfilar na passerelle. Dias inteiros passados entre ar-condicionado, luzes, moda, cinema, meninas sorridentes, ofertas de crédito e picanha.

Eu, filho de uma sociedade consumista, me confesso: Ainda não percebi a atracção dos Centros Comerciais!!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Porque a verdade é esta!

E por vezes aprende-se mais num sítio do que noutro.

Ass.: Ex aluna desta esplanada faculdade.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Jovens solidários? Sim ou não?



Estudo sociológico interessantíssimo a olhar com mais atenção no Público (http://www.publico.pt/Sociedade/os-jovens-sao-por-condicao-solidarios-em-portugal-pelos-vistos-ja-nao-e-assim-1532349). Aqui fica um pequeno excerto: 

"É mais uma das ideias antes dadas como certas que agora não sobrevive à crise. Os jovens são por condição solidários? Em Portugal pelos vistos já não é assim. Um estudo do Instituto de Ciências Sociais (ICS) sobre as atitudes dos portugueses perante a desigualdade e os chamados direitos sociais, desenvolvido com base num inquérito realizado em 2011, a que o PÚBLICO teve acesso, dá conta que os jovens são o grupo que menos empatia mostra para com as dificuldades sentidas pelos mais pobres neste cenário de crise.

No inquérito, realizado no âmbito do barómetro sobre a qualidade da democracia, pede-se aos entrevistados que identifiquem os grupos sociais que estarão a atravessar maiores dificuldades nesta crise. Para o efeito são propostas três afirmações sobre as pessoas mais ricas, as da classe média e as mais pobres e é pedido que as classifiquem numa escala de 1 (muito de acordo) a 5 (muito em desacordo).

Confrontados com a afirmação de que "as pessoas mais pobres estão a viver tempos muito difíceis, porque não têm acesso às recompensas dos ricos e são pouco apoiadas socialmente", 82% dos entrevistados mostraram a sua concordância. Mas, segundo os autores do estudo, os sociólogos Filipe Carreira da Silva e Mónica Vieira, os resultados mostram também que, numa amostra de 1027 inquiridos, seleccionada para ser representativa da população nacional, são os mais jovens que manifestam o maior desacordo em relação àquela afirmação.

Entre empregos precários e o desemprego crescente, "os jovens têm pela frente uma vida de enormes incertezas. Estão muito preocupados com eles próprios e daí a menor solidariedade com os pobres", justifica Filipe Carreira da Silva. Por outro lado, terão receio de que os apoios hoje garantidos aos mais pobres contribuam para o fim, a prazo, da existência das prestações sociais, os que os penalizará ainda mais."




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Português Suave



"A minha pátria é a língua portuguesa" - Fernando Pessoa  

Em todo o mundo, aproximadamente 280 milhões de pessoas têm como língua oficial o Português. Esta é a nossa maior riqueza enquanto nação. Mas a realidade é que estamos a explorar mal este recurso. Portugal tem, definitivamente, de desempenhar o papel de actor principal no mundo lusófono. Neste momento de indefinição, é imperativo assumir de vez e sem complexos a CPLP como uma alternativa válida e complementar ao projecto da U.E. Uma aproximação séria, com o devido  aprofundamento de acordos e estreitamento de  laços, com os nossos "irmãos de língua" proporcionaria: um aumento de mercado para os produtos nacionais; reforçaria o nosso peso político internacional, bem como a nossa importância geopolítica e  geoestratégica dentro da U.E; tornar-nos-ia  menos dependentes das vontades franco-germânicas; dinamizaria a nossa posição como entreposto comercial e cultural entre a U.E e CPLP; reforçaria o valor da língua e cultura lusófona a nível mundial. O actual governo, se olhar para além da crise e da troika, deverá apostar no desenvolvimento da CPLP, tudo isto, sem se comprometer com regimes ditatoriais ou democracias diminuídas. A CPLP com o desenvolvimento do Brasil, a democratização de Angola, integração de Portugal na U.E, a posição de Timor-Leste no Sudoeste Asiático, a localização de Moçambique na costa oriental de África, Cabo-Verde São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau no coração do Atlântico, tem um novo mundo de oportunidades, à espera de serem aproveitadas neste século.