domingo, 5 de agosto de 2012

Portugal doente

A propósito desta notícia, que me deu alguns (muitos!) momentos de nojo e raiva, embora seja tão curta, devo dizer que, enquanto mãe e com casa própria no Jardim Constantino, se tivesse visto esta situação, tão pouco deixava aquela mãe 30 minutos aos gritos sozinha como, tão pouco, deixava aquele asco apenas com uns hematomas. Nem consigo imaginar o sofrimento daquela criança, e, todos os dias, daquela mãe por ter sido incapaz de proteger o seu filho nem ter tido força suficiente para conseguir chamar ajuda durante aqueles eternos 30 minutos.

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